A nossa história

De uma travessa de Madragoa ao claustro do convento

A Travessa abriu a 4 de novembro de 1978, na Travessa das Inglesinhas, em Madragoa. Foi dela que herdou o nome. A ideia inicial era simples e bonita: abrir um bar onde se vendesse bom pao, bom queijo e bom vinho. Por tras dela estavam tres amigos, Viviane Durieu, fotografa belga, Virginie Laffou, francesa, e um socio portugues.

Daquela travessa estreita cresceu uma das mesas mais conversadas de Lisboa. Ao longo de mais de quarenta anos, a casa recebeu artistas, intelectuais, jornalistas e gente da politica, e ganhou a reputacao de uma das casas onde a cidade se sentava a falar.

Em 2003 mudou-se para o lugar onde hoje vive: o claustro do Convento das Bernardas, um convento do seculo XVII em Madragoa. O antigo refeitorio das freiras tornou-se sala de jantar, com as suas pedras, os seus arcos e a sua luz baixa.

A cozinha e de autor, portuguesa de raiz e com forte influencia francesa, fiel as origens belgas e francesas de quem a fundou. O bacalhau confitado tornou-se o prato de assinatura da casa, ao lado de classicos que atravessaram decadas.

Marcos e imprensa

Ao longo dos anos

Os marcos da casa e a forma como a imprensa a contou. Factos, sem distinções inventadas.

  1. 1978

    Fundacao em Madragoa

    Aberta a 4 de novembro de 1978 na Travessa das Inglesinhas, por Viviane Durieu, Virginie Laffou e um socio portugues, com a ideia de um bar de bom pao, bom queijo e bom vinho.

  2. 2003

    Mudanca para o Convento das Bernardas

    A casa muda-se para o claustro do Convento das Bernardas, um convento do seculo XVII, instalando a sala de jantar no antigo refeitorio.

  3. 40 anos
    Diario de Noticias

    Uma instituicao de Lisboa

    Ao longo de mais de quarenta anos, A Travessa foi mesa de artistas, intelectuais, jornalistas e gente da politica, e foi retratada pela imprensa portuguesa como uma das casas onde a cidade se sentava a falar.